quinta-feira, 2 de junho de 2016

Vamos calcular a margem de contribuição!


        Mais exemplos de cálculos com a margem de contribuição e os custos fixos identificados

A seguir são apresentados mais três exemplos desses cálculos.
    Uma empresa de autopeças fabrica quatro produtos: rodas, para-lamas, para-choques e grades. Seu departamento de Pintura trabalha apenas para rodas e para-lamas e o de Niquelação, para para-choques e grades. Os demais departamentos trabalham em todos os outros produtos.

Dê uma olhada no último post desta série: 
https://essenzialeprime.blogspot.com.br/2016/05/como-definir-margem-de-contribuicao-e.html

No quadro abaixo são apresentados os custos variáveis unitários relativos a cada um dos produtos fabricados pela empresa:

Quadro 1
Os Custos Variáveis


Rodas

R$ 150,00
/u
Pára lamas

R$ 200,00
/u
Pára choques
R$ 150,00
/u
Grades

R$ 300,00
/u

Os custos fixos departamentais, isso, é aqueles que independem das quantidades produzidas, são expostos abaixo, com seus totais mensais acumulados:

Quadro 2
Os Custos Fixos Departamentais
Niquelação

R$ 3.000.000,00
/mês
Estamparia

R$ 1.500.000,00
/mês
Tornos

R$ 900.000,00
/mês
Furadeiras

R$ 500.000,00
/mês
Embalagem

R$ 300.000,00
/mês
Montagem

R$ 1.600.000,00
/mês
Pintura

R$ 2.200.000,00
/mês
Os preços de venda unitários em reais de cada um dos quatro produtos fabricados pela empresa são os seguintes:

Quadro 3
Os preços de venda para os 4 produtos

Rodas

R$ 280,00
/u
Pára lamas

R$ 480,00
/u
Pára choques
R$ 400,00
/u
Grades

R$ 500,00
/u

E por fim, segue abaixo a produção em quantidades de cada tipo de produto fabricado pela empresa:

Quadro 4
Produção mensal
20.000
Rodas

20.000
Pára lamas
10.000
Pára choques
10.000
Grades

Neste exemplo convencionou-se partir do pressuposto que a empresa consegue vender toda a sua produção.
Com base nestas informações, pergunta-se:
  1. Deve a indústria parar com a fabricação de grades ou para-choques ou de ambos?
  2. É vantajoso a empresa fechar a Pintura e a Niquelação e mandar fazer as operações desses departamentos fora, quando então teria um acréscimo nos custos variáveis de R$ 100,00 por unidade nas grades e para-choques e de R$ 70,00 por unidade nas rodas e para-lamas?
Seguindo os conceitos da margem de contribuição e dos custos fixos identificados seguimos então com a resolução do problema proposto:
Resolução.
O primeiro trabalho a ser feito é da mesma forma que no item anterior, a definição dos valores da receita com a venda de cada produto. Por exemplo, como foram vendidas 20.000 rodas ao preço unitário de R$ 280,00 a receita final chegou a R$ 5.600.000,00. Desse valor deduziu-se o valor do custo variável total (R$ 150,00 x 20.000 unidades produzidas).
Conforme foi visto sobre a margem de contribuição é possível afirmar que todos os produtos da empresa contribuem para o pagamento dos custos fixos. Destas margens de contribuição, entende-se que os produtos mais rentáveis para a empresa são os pára-lamas e as rodas, respectivamente, com margem de R$ 5.600.000,00 e R$ 2.600.000,00.
Os outros produtos, mesmo não sendo tão rentáveis, ainda indicam que não seria boa para a empresa a hipótese da exclusão de seu mix de produtos, uma vez que apresentam margem de contribuição positiva e a eliminação de um dos dois não acabaria com os custos fixos identificados – e pior que isso, apenas iria transferi-lo para o outro produto.
Em seguida da margem de contribuição é calculada a segunda margem com a retirada dos custos fixos específicos (identificados) de cada departamento. Este cálculo fornece à empresa se o seu produto é por si só, de fato lucrativo dentro do leque de oportunidades vistas pela organização. Com os cálculos se vê que os maiores custos fixos são os necessários na produção dos para-choques e das grades.
E acompanhando os cálculos tem se que todos os produtos obtiveram margem de contribuição positiva, ou seja, auxiliam no pagamento dos custos fixos gerais da fábrica. No final, a empresa obtém lucro com a venda de seus quatro produtos, conforme a tabela a seguir:

Quadro 5
A

Pintura
Niquelação

Produtos
Rodas
Pára lamas
Pára choques
Grades
Total
Vendas (mensal)
5.600.000,0
9.600.000,0
4.000.000,0
5.000.000,0
24.200.000,0
(-) CPV (variável)
(3.000.000,0)
(4.000.000,0)
(1.500.000,0)
(3.000.000,0)
(11.500.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
2.600.000,0
5.600.000,0
2.500.000,0
2.000.000,0
12.700.000,0
Soma
8.200.000,0
4.500.000,0
12.700.000,0
(-) CF Identificados
(2.200.000,0)
(3.000.000,0)
(5.200.000,0)
(=) 2ª M. Contribuição
6.000.000,0
1.500.000,0
7.500.000,0
(-) Outros C. Fixos


(4.800.000,0)
(=) Lucro


2.700.000,0

E com isso é possível responder às questões formuladas no enunciado do problema. Na primeira interrogação queria-se saber se a empresa deveria ou não parar com a fabricação das grades e dos pára-choques ou de ambos. As grades e pára-choques proporcionam para a indústria uma margem de contribuição mensal após os custos fixos identificados de R$ 4.500.000,00 e, portanto, se a indústria escolher por deixar de obter margem sobre estes produtos, o lucro cairá para R$ 1.200.000,00.
Vale lembrar que o lucro apenas seria diminuído; mas se a empresa cortar apenas um dos dois produtos o resultado seria bem diferente: o lucro da empresa passará de R$ 2.700.000,00 para R$ 700.000,00 mensais, devido à perda da margem de contribuição e à continuação do custo fixo identificado do departamento de Niquelação.

Quadro 6
Produtos
Pára choques
Grades
Total 1

Pára choques
Grades
Total2
Vendas (mensal)
4.000.000,0

19.200.000,0



15.200.000,0
(-) CPV (variável)
(1.500.000,0)

(8.500.000,0)



(7.000.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
2.500.000,0
-
10.700.000,0

-
-
8.200.000,0
Soma
2.500.000,0
10.700.000,0

-
8.200.000,0
(-) CF Identificados
(3.000.000,0)
(5.200.000,0)


(2.200.000,0)
(=) 2ª M. Contribuição
(500.000,0)
5.500.000,0

-
6.000.000,0
(-) Outros C. Fixos

(4.800.000,0)


(4.800.000,0)
(=) Lucro

700.000,0


1.200.000,0

Então, não deve parar de fabricar nenhum dos dois produtos, pois conforme os cálculos, isso viria a reduzir o lucro da empresa.
A segunda questão (letra b) sugeria à empresa fechar os departamentos de Pintura e Niquelação e terceirizar as atividades antes desempenhadas nestes locais na fabricação dos quatro produtos. É razoável à empresa optar pro fazer esse corte, uma vez que estes departamentos apenas trabalham para estes produtos. Em consequência, os custos fixos identificados (da Niquelação e Pintura) são eliminados; contudo, o custo variável de cada produto acaba aumentando.
Segue abaixo o quadro conforme as eliminações para se averiguar se realmente é viável ou não fazer essa terceirização:

Quadro 7
b

Pintura
Niquelação

Produtos
Rodas
Pára lamas
Pára choques
Grades
Total
Vendas (mensal)
5.600.000,0
9.600.000,0
4.000.000,0
5.000.000,0
24.200.000,0
(-) CPV (variável)
(4.400.000,0)
(5.400.000,0)
(2.500.000,0)
(4.000.000,0)
(16.300.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
1.200.000,0
4.200.000,0
1.500.000,0
1.000.000,0
7.900.000,0
Soma
5.400.000,0
2.500.000,0
7.900.000,0
(-) CF Identificados
-
-
-
(=) 2ª M. Contribuição
5.400.000,0
2.500.000,0
7.900.000,0
(-) Outros C. Fixos


(4.800.000,0)
(=) Lucro


3.100.000,0

E como os cálculos demonstram, se a empresa terceirizar a Pintura e a Niquelação realmente o lucro aumenta, de R$ 2.700.000,00 para R$ 3.100.000, acréscimo de mais de 14%. Portanto, em casos como este a empresa deve sim terceirizar algumas de suas operações.
E após a conclusão deste exemplo, fica a proposta do segundo problema:



    Uma empresa de autopeças fabrica quatro produtos: rodas, pára-lamas, pára-choques e grades. Seu departamento de Pintura trabalha apenas para rodas e pára-lamas e o de Niquelação, para pára-choques e grades. Os demais departamentos trabalham em todos os outros produtos.
Os custos variáveis desta empresa são os seguintes:

Quadro 8
Os Custos Variáveis

Roda

R$ 170,00
/u
Pára lama

R$ 220,00
/u
Pára choque
R$ 280,00
/u
Grade

R$ 330,00
/u

Os custos fixos departamentais (de Niquelação, Pintura e gerais) e mensais contabilizados pela indústria, em reais, são os seguintes:

Quadro 9
Os Custos Fixos Departamentais
Niquelação
R$ 2.650.000,00
/mês
Estamparia

R$ 1.750.000,00
/mês
Tornos

R$ 880.000,00
/mês
Furadeiras

R$ 560.000,00
/mês
Esmeris

R$ 420.000,00
/mês
Montagem

R$ 1.450.000,00
/mês
Pintura

R$ 2.340.000,00
/mês

Os preços de venda, em reais, de cada um dos produtos fabricados pela empresa são os seguintes:

Quadro 10
Os preços de venda
Roda

R$ 350,00
/u
Pára lama

R$ 540,00
/u
Pára choque
R$ 500,00
/u
Grade

R$ 600,00
/u

E por fim, segue abaixo a produção em quantidades (unidades fabricadas) de cada tipo de produto comercializado pela empresa:

Quadro 11
Produção mensal
18.000
Rodas
17.500
Pára lamas,
12.000
Pára choques
13.500
Grades

Com base nestas informações apresentadas pela empresa, e seguindo os mesmos métodos do exercício anterior, pergunta-se:
  • Deve a indústria parar com a fabricação de grades ou pára-choques ou de ambos?
  • É vantajoso a empresa fechar a Pintura e a Niquelação e mandar fazer as operações desses departamentos fora, quando então teria um acréscimo nos custos variáveis de R$ 125,00 por unidade nas grades e pára-choques e de R$ 115,00 por unidade nas rodas e pára-lamas?
Seguindo os conceitos da margem de contribuição e dos custos fixos identificados seguimos então com a resolução do problema proposto:
Resolução:
Conforme demonstram os cálculos abaixo, as grades e pára-choques proporcionam para a indústria uma margem de contribuição mensal após os custos fixos identificados de R$ 3.645.000,00; portanto, se a indústria deixar de fabricar esses produtos, o lucro da empresa passará de R$ 5.075.000,00 para R$ 1.440.000,00 mensais. Então, não deve parar de fabricar nenhum dos dois produtos.

Quadro 12
A

Pintura
Niquelação

Produtos
Rodas
Pára lamas
Pára choques
Grades
Total
Vendas (mensal)
6.300.000,0
9.450.000,0
6.000.000,0
8.100.000,0
29.850.000,0
(-) CPV (variável)
(3.060.000,0)
(3.850.000,0)
(3.360.000,0)
(4.455.000,0)
(14.725.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
3.240.000,0
5.600.000,0
2.640.000,0
3.645.000,0
15.125.000,0
Soma
8.840.000,0
6.285.000,0
15.125.000,0
(-) CF Identificados
(2.340.000,0)
(2.650.000,0)
(4.990.000,0)
(=) 2ª M. Contribuição
6.500.000,0
3.635.000,0
10.135.000,0
(-) Outros C. Fixos


(5.060.000,0)
(=) Lucro


5.075.000,0

E se a empresa a empresa fechar os departamentos de Pintura e Niquelação e terceirizar, aumentando também os custos variáveis unitários, o que viria a acontecer com o lucro? Seria mesmo viável ou não?

Quadro 13
B

Pintura
Niquelação

Produtos
Rodas
Pára lamas
Pára choques
Grades
Total
Vendas (mensal)
6.300.000,0
9.450.000,0
6.000.000,0
8.100.000,0
29.850.000,0
(-) CPV (variável)
(5.130.000,0)
(5.862.500,0)
(4.860.000,0)
(6.142.500,0)
(21.995.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
1.170.000,0
3.587.500,0
1.140.000,0
1.957.500,0
7.855.000,0
Soma
4.757.500,0
3.097.500,0
7.855.000,0
(-) CF Identificados
-
-
-
(=) 2ª M. Contribuição
4.757.500,0
3.097.500,0
7.855.000,0
(-) Outros C. Fixos


(5.060.000,0)
(=) Lucro


2.795.000,0

Com base nos resultados expostos nos cálculos acima, não é vantajoso para a empresa fechar o departamento de Niquelação, pois, quando calculamos sua margem de contribuição para grades e para-choques (no item a) ela era de R$ 3.635.000,00. No item b, a mesma margem é de R$ 3.097.500,00. Para o departamento de pintura também não é vantajoso ser fechado, pois a margem de contribuição das rodas e para-choques no item a é de R$ 6.500.000,00 e no item b é de R$ 4.757.500,00, menor.
E após a conclusão deste segundo exemplo, fica a proposta do último problema:

    Uma empresa de autopeças fabrica quatro produtos: rodas, para-lamas, para-choques e grades. Seu departamento de Pintura trabalha apenas para rodas e para-lamas e o de Niquelação, para para-choques e grades. Os demais departamentos trabalham em todos os outros produtos.
Os custos variáveis desta empresa são os seguintes:

Quadro 14
Os Custos Variáveis
A

R$ 75,00
/u
B

R$ 130,00
/u
C

R$ 160,00
/u
D

R$ 245,00
/u

Os custos fixos departamentais (de Niquelação, Pintura e gerais) e mensais contabilizados pela indústria, em reais, são os seguintes:

Quadro 15
Os Custos Fixos Departamentais Identificados são:
Estamparia

R$ 860.000,00
/mês
Usinagem

R$ 750.000,00
/mês
Montagem

R$ 820.000,00
/mês
Nada

R$ -
/mês
Embalagem

R$ 780.000,00
/mês

Os preços de venda, em reais, de cada um dos produtos fabricados pela empresa são os seguintes:

Quadro 16
Os preços de venda para os 4 produtos são:
A

R$ 155,00
/u
B

R$ 250,00
/u
C

R$ 260,00
/u
D

R$ 240,00
/u

E por fim, segue abaixo a produção em quantidades (unidades fabricadas) de cada tipo de produto comercializado pela empresa:

Quadro 17
Produção mensal
12.000
A
14.000
B
9.000
C
4.000
D

Com base nestas informações apresentadas pela empresa, e seguindo os mesmos métodos do exercício anterior, pergunta-se:
  1. Deve a indústria parar com a fabricação dos produtos C, D ou de ambos?
  2. É vantajoso a empresa fechar a Estamparia e a Embalagem e mandar fazer as operações desses departamentos fora, quando então teria um acréscimo nos custos variáveis de R$ 48,00 por unidade nos produtos C e D, e de R$ 40,00 por unidade nos produtos A e B?
Seguindo os conceitos da margem de contribuição e dos custos fixos identificados seguimos então com a resolução do problema proposto:



Resolução:
Com uso dos dados fornecidos, elabora-se a seguinte tabela:

Quadro 18
Solução do exercício no. 3:




A

Estamparia
Embalagem

Produtos
A
B
C
D
Total
Vendas (mensal)
1.860.000,0
3.500.000,0
2.340.000,0
960.000,0
8.660.000,0
(-) CPV (variável)
(900.000,0)
(1.820.000,0)
(1.440.000,0)
(980.000,0)
(5.140.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
960.000,0
1.680.000,0
900.000,0
(20.000,0)
3.520.000,0
Soma
2.640.000,0
880.000,0
3.520.000,0
(-) CF Identificados
(780.000,0)
(860.000,0)
(1.640.000,0)
(=) 2ª M. Contribuição
1.860.000,0
20.000,0
1.880.000,0
(-) Outros C. Fixos


(1.570.000,0)
(=) Lucro


310.000,0

Conforme a tabela, os produtos C e D proporcional margem de contribuição mensal após os Custos Fixos Identificáveis de R$ 20.000,00; logo, se a indústria deixar de fabricar esses produtos, o lucro da empresa cairá esse valor.
Portanto, não deve cortar um dos produtos.
A segunda pergunta refere-se ao corte de produtos que não apresentam margem de contribuição (e lucro) aceitável pela empresa, e para tanto, é apresentado o quadro abaixo para facilitar a resolução do problema:

Quadro 19
b

Estamparia
Embalagem

Produtos
A
B
C
D
Total
Vendas (mensal)
1.860.000,0
3.500.000,0
2.340.000,0
960.000,0
8.660.000,0
(-) CPV (variável)
(1.380.000,0)
(2.380.000,0)
(1.872.000,0)
(1.172.000,0)
(6.804.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
480.000,0
1.120.000,0
468.000,0
(212.000,0)
1.856.000,0
Soma
1.600.000,0
256.000,0
1.856.000,0
(-) CF Identificados
-
-
-
(=) 2ª M. Contribuição
1.600.000,0
256.000,0
1.856.000,0
(-) Outros C. Fixos


(1.570.000,0)
(=) Lucro


286.000,0

É vantajoso fechar o departamento de Estamparia, pois, quando calculamos sua margem de contribuição para os produtos C e D no item (a), ela era de R$ 20.000,00; no item (b) a mesma margem é de R$ 256.000,00. Para o departamento de Embalagem não é vantagem que seja fechado, pois a margem de contribuição dos produtos A e B no item (a) é de R$ 2.640.000,00 e no item (b) é de R$ 1.600.000,00, menor.
Para melhorar o resultado o ideal seria não terceirizar estamparia e terceirizar Embalagem e eliminar o produto D.

Quadro 20


Estamparia
Embalagem

Produtos
A
B
C
D
Total
Vendas (mensal)
1.860.000,0
3.500.000,0
2.340.000,0
-
7.700.000,0
(-) CPV (variável)
(900.000,0)
(1.820.000,0)
(1.872.000,0)
-
(4.592.000,0)
(=) 1ª M. Contribuição
960.000,0
1.680.000,0
468.000,0
-
3.108.000,0
Soma
2.640.000,0
468.000,0
3.108.000,0
(-) CF Identificados
(780.000,0)
-
(780.000,0)
(=) 2ª M. Contribuição
1.860.000,0
468.000,0
2.328.000,0
(-) Outros C. Fixos


(1.570.000,0)
(=) Lucro


758.000,0

E com isso, encerra-se este tópico, mas não o assunto envolvendo a Margem de Contribuição, como demonstra o próximo item.


1Totais levando em consideração os outros produtos, com a exclusão apenas das grades.

2Totais levando em consideração os produtos rodas e pára-lamas e excluindo todo o departamento de Niquelação, juntamente com os produtos neles trabalhados: pára-choques e grades.