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sábado, 28 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Cálculos de financiamento com o LibreOffice Calc
Quando
fiz meu cursei minha graduação em Ciências Contábeis na
Universidade de Mogi das Cruzes, no terceiro semestre, quando tive a
disciplina de Matemática Financeira, usava como base acadêmica
livros clássicos da matéria e que mostravam os cálculos tanto com
lápis, quanto pela calculadora financeira HP12C e pelo Microsoft
Office Excel. Na época eu não conhecia muita coisa de informática
e para mim, o programa era o máximo em produtividade, o que
justificaria o preço. No entanto, hoje, com o LibreOffice vejo que a
coisa não é bem assim. E por esta razão vamos mostrar aqui
funcionalidades financeiras do LibreOffice Calc equivalentes ao MS
Office.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Composição do Conselho Monetário Nacional
O Conselho
Monetário Nacional é gerido por estes três membros principais: o
ministro da Fazenda, o ministro do planejamento e o presidente do
Banco central. No entanto, esse número de membros nem sempre foi
assim, tendo muita variação desde a sua criação, em 1964, como dá
para ver no quadro a seguir:
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
O sistema Financeiro Nacional
Definição
O Sistema
Financeiro Nacional é composto por um conjunto de instituições
públicas e privadas que fazem a intermediação e
distribuição de recursos no mercado. Consiste em captar de quem tem
recursos disponíveis para quem está necessitando. São exemplos
destas instituições os bancos comerciais e os de investimentos,
como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que são de
economia mista.
Política monetária expansionista e restritiva
Política
expansionista: O governo injeta recursos no mercado para melhorar
o consumo e assim fomentar o mercado. No período de crescimento de
JK era focado na política expansionista, com o ideal de fazer o
Brasil crescer economicamente muitos anos em apenas um único mandato
do então presidente da república.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Introdução às políticas econômicas
POLÍTICAS ECONÔMICAS
O
governo atua ativamente na economia do País por meio das chamadas
políticas econômicas, que são divididas em Fiscal, Monetária e
Cambial. Por exemplo, o governo tem uma meta de exportação e uma
meta orçamentária do que pode e onde deve gastar e por meio delas,
o Estado administra o País.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Princípios do Direito do Trabalho
E continuamos com a série de postagens sobre o aspectos introdutórios do Direito do Trabalho. Reafirmamos que os textos a seguir foram elaborados pelos professores da Universidade de Mogi das Cruzes para apostilas para os alunos, mas não continham as referências bibliográficas. O começa pela interpretação de dispositivos legais e termina finalmente uma apresentação dos Princípios do Direito do Trabalho.
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quinta-feira, 30 de junho de 2016
Tabelas de Comutação
As
tabelas de comutação derivam das tábuas de mortalidade e são calculadas a
partir das funções lx, dx e do fator de desconto vx.
Elas foram criadas em 1785, pelo professor alemão
Hans-Nicolas Tittles (Souza, 2010). Naquela época, quando não haviam recursos
computacionais, elas ajudavam bastante, pois simplificam os cálculos.
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Rendas Financeiras e Rendas Atuariais
Os seguros de rendas são produtos em que o segurado
recebe mensalmente uma quantia, chamada de renda ou anuidade.
As rendas atuariais, só são recebidas que a pessoa
estiver viva, ou seja, ela depende da sobrevivência do segurado para ser paga.
As chamas rendas financeiras são dependem da
sobrevivência, são as chamadas anuidades ou rendas certas. São definidas por
prazo determinado independente da sobrevivência da pessoa.
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Noções de Cálculo Atuarial
Em uma linguagem simples, podemos dizer que os
cálculos atuariais são uma mistura da Estatística com a Matemática
Financeira.
Utilizando a matemática atuarial são
determinados, entre outros:
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terça-feira, 3 de maio de 2016
Sistemas de Amortização
Um sistema
de amortização baseia-se em um conjunto de cálculos para
demonstrar como os juros são pagos. Por meio de tabelas visualizamos
quanto já pagamos e quanto ainda falta ser devolvido.
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Juros compostos: valor presente e valor futuro
Agora que
já vimos os fundamentos em gestão financeira e também o primeiro
cálculo da capitalização simples poderemos trabalhar com exercícios da capitalização
composta, o marco divisor de ganhar ou perder muito dinheiro. Vimos
que na capitalização simples os juros são calculados sempre sobre
o valor inicial, mas na composta aplicaremos o conceito comumente
utilizado nos bancos de “juros sobre juros”.
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Taxa de juros compostos: taxa que eu quero x taxa que eu tenho
Diferentemente dos juros no regime de capitalização simples, em compostos temos um prazo exponencial, o que torna os cálculos mais complexos, a tal ponto que torna-se inviável o cálculo na mão ou com aquelas calculadorazinhas simples principalmente quando a taxa dada nos problemas, financiamentos ou empréstimos não é real. Nesta postagem mostraremos alguns cálculos com taxa de juros compostos, com exercícios resolvidos a a conhecida fórmula do i que eu quero e i que eu tenho.
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Matemática Financeira para concursos públicos - Parte 1
Na matéria anterior foram vistos os conceitos de matemática financeira e sua utilização com a calculadora financeira HP 12C. Todavia, visto que os conceitos vistos são continuamente abordados em processos seletivos destinados às áreas de administrativas e financeiras de órgãos públicos e nestes, é exigida a resolução das questões sem a utilização de qualquer máquina calculadora.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Exercícios resolvidos: Juros simples
Bem vindo a a mais uma postagem da série Exercícios Resolvidos e desta vez mostraremos cálculos para a determinação do valor futuro (ou montante) e valor presente (ou valor inicial ou capital inicial). Para os próximos abordaremos cálculos envolvendo taxas e na sequeência, juros compostos e suas resoluções com a HP-12C.
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segunda-feira, 18 de abril de 2016
Funções financeiras básicas com a HP12C
Para
começar a usar a sua HP – 12C, pressione a tecla ON. Se você
pressionar ON novamente, a calculadora será desligada. Se a
calculadora não for desligada manualmente, ela se desligará
automaticamente de 8 a 17 minutos após a sua última utilização.
A sua
calculadora, quando ligada, indica a condição de bateria fraca
através de um asterisco (*) que fica piscando no canto inferior
esquerdo do visor. Quando isto acontecer, desligue a calculadora e
substitua as baterias.
A maioria
das teclas da HP – 12C realiza duas ou até mesmo três funções.
A função primária de uma tecla é indicada pelos caracteres
impressos em branco na face superior da tecla. As funções
alternativas de uma tecla são indicadas pelos caracteres impressos
em dourado acima da tecla e pelos caracteres impressos em azul na
face oblíqua da tecla. Tais funções alternativas são
especificadas pressionando-se a tecla de prefixo adequada,
antes da tecla correspondente à função desejada:
Se você
pressionar por engano, uma das teclas de prefixo f ou g,
elas poderão ser canceladas pressionando-se f CLEAR
PREFIX. Esta última seqüência de teclas também pode ser usada
para se cancelar as teclas STO, RCL, GTO (tais
teclas podem ser consideradas com de “prefixo”, uma vez que as
teclas numéricas devem ser pressionadas em seguida a elas, para se
executar a função correspondente). Como a tecla PREFIX também
é empregada para se apresentar a mantissa (todos os 10 dígitos) de
um número que esteja no visor, à mantissa do número que estiver no
visor será apresentado por um momento após a tecla PREFIX
ser solta.
Ao se
pressionar uma das teclas f ou g de prefixo, o
indicador de estado (anúncio) correspondente, f ou g
ficará aceso no visor. O anúncio se apaga após se pressionar uma
tecla de função (executando a função alternativa da tecla), outra
tecla de prefixo, ou f CLEAR PREFIX.
Para fazer
com que o número que estiver no visor fique negativo, basta
pressionar a tecla CHS (Change Sign = troca o sinal).
Quando o visor contiver um número negativo (ou seja, um número
precedido pelo sinal de menos), ao se pressionar CHS remove-se o
sinal de menos do visor, fazendo com que o número fique positivo.
(f)
Clear - limpa e apaga os registros estatísticos
(f)
Clear FIN – limpa e apaga os registros financeiros
(f)
Clear PRGM – limpa e apaga os registros de PRGM
(f)
Clear REG – limpa e apaga todos os registros da calculadora exceto
os de PRGM
(f)
Clear PREFIX – apresenta o visor com todos os números sem vírgula
ou ponto
CLx
– limpa e apaga o número do visor
| Tecla (s) | Apaga |
| CLx | O visor (o registrador X). |
| f CLEAR
|
Os registradores estatísticos (R1 a R6), os registradores da pilha operacional, e o visor. |
f CLEAR PRGM
|
A memória de programação (somente quando pressionadas no modo PRGM). |
f CLEAR FIN
|
Os registros financeiros. |
F CLEAR REG
|
Os registradores de armazena-mento de dados, os registradores financeiros, os registradores da pilha operacionais e ÚLTIMOS X (LAST X), e o visor. |
Essas são
as funcionalidades financeiras da calculadora:
n
– número de períodos
i
– taxa de juros
PV
– valor presente ou atual
PMT
– prestação ou valor do pagamento periódico
FV
– valor futuro ou montante
(f)
AMORT – amortização
(f)
INT – juros simples
(f)
NPV – novo valor presente ou líquido
(f)
IRR – taxa interna de retorno
(g)
12 - multiplicam por 12
(g)
12 - dividem por 12
(g)
Cfo – fluxo inicial de caixa
(g)
CFj – fluxos de caixa seguintes
(g)
Nj – número de fluxos de caixa (01 a
99)
(f)
PRICE – preço dos títulos ou debêntures
(f)
YTM – rendimento até o vencimento
DEPRECIATION
– depreciação
(f)
SL – depreciação pelo método linear
(f)
SOYD – depreciação pelo método das somas dos dígitos
(f)
DB – depreciação pelo método do declínio em dobro
(g)
BEG – pagamentos antecipados
(g)
END – pagamentos na forma postecipada
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sexta-feira, 15 de abril de 2016
Inflação e índices de preços
O
dinheiro de hoje não terá o mesmo valor daqui a um ano. O que
matematicamente seria impossível ocorre na Gestão Financeira. Se
por exemplo guardássemos 100 mil reais numa caixa em casa com o
objetivo de pegar resgate em vinte ou trinta anos terá uma
desagradável surpresa ao ver que o valioso dinheiro não seria mais
tão valioso.
Partindo
do pressuposto que o dinheiro é corroído pelo tempo podemos
entender melhor a existência dos juros da Matemática Financeira.
Nessa sessão buscaremos demonstrar as causas da inflação e por
fim, relacionaremos com os conceitos básicos em finanças.
No
tempo em que ainda não existia o dinheiro o homem mantinha suas
relações comerciais com formas alternativas. De safras de grãos,
cereais e animais poderia adquirir o que precisasse mesmo sem poder
ter troco (trocar uma cesta de alimentos por meia vaca não seria
possível).
Como
conservante nas longas viagens no deserto veio o sal, pai do salário.
Com
o mercantilismo do ouro e prata gerou-se o valor pelo metal e em
decorrência, a falta de segurança. Como solução a riqueza era
guardada em castelos e poderiam ser resgatadas por meio de recibo.
Era uma forma de garantia para o dono, uma vez que apenas este
poderia resgatar sua riqueza, mas, eram ruins de transportar. O
certificado de papel evoluiu e virou o papel moeda. O país deveria
ter um total em moeda equivalente ao total que tivesse de metais.
Atualmente
o dinheiro é tão corrente que se tornou virtual. Compras e vendas
são negociadas sem que o dinheiro seja físico. Com o dinheiro
adquirimos produtos e serviços, mensurados pelo preço.
Conforme
o produto ou serviço fica mais difícil de ser obtido torna-se mais
procurado e consequentemente o seu preço aumenta. Na sociedade
coletora as bananas eram colhidas sem grande dificuldade e em
decorrência disso eram quase de graça. Do caminho da fazenda para o
sítio o terreno de produção diminuiu, juntamente com as
quantidades de bananas, embora o preço tenha aumentado. Da
bananeira para as dúzias e finalmente para as unidades vemos
claramente que a demanda pelo produto permaneceu, ao passo que a
terra gradativamente diminui.
O
conceito de Renda da Terra de David Ricardo cabe perfeitamente nesse
caso. Segundo Ricardo se a população cresce o consumo aumenta
e em decorrência disso a produção vai romper barreiras e
procurar novos terrenos até o momento que a última a área a ser
utilizada é a que produz menos, mas, tem preço mais elevado.
O
mesmo ocorre com a sala de aula: sala em que cabem 100 alunos pode
funcionar com 70 vagas preenchidas, mas se ultrapassar em 20 alunos
forma-se uma nova turma, que para compensar os custos relativamente
pagará mais caro pela sala. É a Lei da Oferta e da Procura. A
escassez do produto faz com que o seu preço aumente e o processo
deste aumento persistente e generalizado para diversos outros se
chama inflação.
Quando
a quantidade de moeda e a velocidade das compras no mercado são
diferentes de todos os preços e transação ocorre à inflação. A
expressão M x V semelhante a P x T explica essa teoria. Desta
forma, se a moeda cai (M > produtos = M cai).
Quanto
mais o consumo avança maior a inflação. Por esta razão o governo
aumenta a taxa básica de juros da economia – Selic – freando o
consumo por meio do investimento. Com a Selic alta investe-se mais em
papéis do governo, diminuindo o consumo e a inflação. É por causa
da inflação que o poder de compra fica menor. O que seria possível
comprar no presente pode não ser no futuro.
Quem
aplica o seu capital em um fundo de investimento de longo prazo usa a
matemática financeira para escapar do efeito corrosivo da
inflação. Seu capital vai render juros que compensarão à per dado
poder aquisitivo da moeda com o passar do tempo.
Nos
bancos dos cursos de graduação das universidades dificilmente
entram na grade curricular os índices de preços. Estes
medidores da inflação são constantemente vistos nos jornais de
qualquer meio de comunicação, contudo podem causar mais dúvidas do
que soluções. Ouvimos que tal produto é corrigido pelo IGPM e que
o IPCA aumentou, mas em nada nos ajudam estes dados sem que saibamos
do que tratam.
Então
para desamarrar alguns nós vamos conhecer algumas destas siglas e
ver como são apenas índices, nada de mais complexo.
O
primeiro a citar é o IPC – FIPE (Índice de Preços ao
Consumidor). Este indicador foi criado pelo FIPE/USP para abordar o
varejo – produtos e serviços – apenas no município de São
Paulo, para famílias que ganham entre 1 e 20 salários-mínimos.
Todo
o índice de preços apresenta as mesmas características:
delimitação do conjunto de produtos ou serviços a serem estudados,
o lugar geográfico e o público alvo. No IPC da FIPE/USP notamos
claramente estes efeitos e mais adiante poderemos ver o quanto este
índice é restrito.
Qualquer
um pode criar seus próprios índices, basta estabelecer os ele etos
do estudo e conhecer cálculos estatísticos. Uma dona do lar
pode, por exemplo, criar um índice de carne bovina de primeira
qualidade pesquisando o preço do alimento em vários
estabelecimentos por dois meses. Supondo que a média dos preços em
setembro de 2007 fosse de R$ 10,25 e que teve um aumento de para R$
10,55 no mês seguinte formaria o índice de aumento de 2,93%.
Deixando
o IPC FIPE vejamos agora o conhecido IGP-M (Índice geral de preços
do mercado). Calculado pela Fundação Getúlio Vargas tem um período
de quase um mês e para ser terminado, este índice precisa de outros
três indicadores: IPA (Índice de Preços no Atacado), IPC (Índice
de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional dos Custos da
Construção), representando, respectivamente, 60%, 30% e 10%.
O
IPC é calculado pela Fundação Getúlio Vargas e aborda as famílias
que ganham de 1 a 33 salários-mínimos de São Paulo e Rio de
Janeiro. O IPA também é calculado pela FGV e aborda os produtos
do mercado atacadista, sendo um índice primário (pesquisado “in
loco” e terem como objeto de estudo os produtos para a
indústria).
Todo
o produto que não pode ser beneficiado após um estágio e que tem o
seu preço em dólar usado nesse índice. Temos como exemplo o
petróleo, que é vendido cotado em dólar e por barril e com um
padrão limite de qualidade. O aço é outro produto com estas
características: é comprado no atacado e não dá para agregar
mais valor e por esta razão somente pode ser vendido pelo preço
internacional.
Desta
forma é um índice de fora e estuda os produtos derivados que por
causa da origem sofrem alterações no preço em moeda
estrangeira.
O
INCC, da FGV, mede os preços do pedreiro, do encanador, do
eletricista e de toda a mão-de-obra do varejo. O índice de preços
com maior abrangência é o IPCA – Índice de Preços ao
Consumidor Ampliado. É calculado pelo IBGE e abrange as regiões
metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo,
Goiânia, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém.
Pela
área geográfica equivale ao INPC (Índice Nacional de Preços ao
Consumidor), porém mede a variação dos produtos e serviços para
as famílias que ganham de 1 a 40 salários mínimos, ao passo que o
INPC apenas de 1 a 8 famílias. Mas mesmo sendo mais abrangente é só
observar um mapa político do Brasil para vermos que deixa de lado a
maior parte da região central e norte e os Estados do Maranhão e
Piauí.
Outro
fato é que estuda apenas as famílias das regiões metropolitanas, o
que deixa no final um resultado duvidoso.
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