segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Planejamento de Resultados

Conforme já citado no trabalho, o processo de planejamento é fundamental para que a empresa possa atingir o resultado esperado com sucesso, e através do modelo de planejamento de resultados com base no modelo de Gestão Econômica (GECON), a empresa pode realizar esse processo com a finalidade de otimizar os meios para se atingir o resultado esperado pelos seus diretores / presidente.

Por meio desses princípios é possível garantir a otimização do resultado planejado, pois é simulado em condições em que o mercado estabelece (preços, volumes, etc.). Para operacionalizar este modelo, é necessário que o gestor siga quatro fases distintas, identificando e apurando essas variáveis:
  • Fase A – É estabelecida a meta a ser atingida no período; os custos e despesas estruturais; o funcionamento e competência;
  • Fase B – Bens/serviços a serem transferidos; os respectivos custos.
  • Fase C – Qual o interesse do mercado em relação aos bens e serviços oferecidos; a utilidade atribuída pelo mercado; disposição de pagamento (preço).
  • Fase D – Aperfeiçoar a demanda em relação ao mix de produtos e volumes ofertados; otimização a geração de bens e serviços (lotes, produção); gerenciar as margens de contribuição; e gerenciar ônus automáticos, ou seja, os que geram custos e despesas.
Para que o processo operacional do planejamento de resultados tenha êxito, é muito importante destacar sobre a importância das simulações, pois é através delas que o gestor irá alcançar a otimização de seu plano de resultados, considerando também as melhores expectativas de mercados vigentes, ai sim o gestor terá em suas mãos o detalhe operacional do planejamento de resultados para o período que esta sendo analisado, e dai por diante basta que cada um da organização faça sua parte no dia-a-dia, tornando assim o plano em resultado efetivo, realizado.


      Modelo de mensuração

Para maior eficácia do planejamento de resultados, deve se tomar muitos cuidados para realizar com coerência seus modelos de mensuração, tanto de receitas quanto de custos em relação às realidades operacionais efetivas da entidade em questão, as estruturas produtivas devem ser bem aproveitadas; e deve ser evitada ao máximo, qualquer forma de ociosidade. É importante também para que os reflexos no planejamento de resultado sejam os mais fiéis possíveis, as informações por ele fornecidas, não sofram qualquer distorção, e não possuam informações falsas, pois qualquer nível de descrédito encontrado pode ser o fim de um sistema de informações como este.
Para fins de análise e mensuração do Planejamento de Resultado, sob a ótica do GECON, são consideradas três variáveis principais que devem ser consideradas; que são a Contribuição Desejada; a Contribuição Planejada Com Pound, e a Contribuição Planejada Target. A partir do instante em que o gestor possui controle sobre essas variáveis do modelo de planejamento, é possível a realização de diversas comparações entre elas, e conduzem a uma série de avaliações importantes e pertinentes, tais como ajustes de valores sobre a utilidade de produtos, mercado, concorrência entre outros, que são decorrentes do descasamento entre as contribuições planejadas pelos dois métodos: compound e Target.

É possível também ajustes de estrutura, decorrentes do descasamento entre a contribuição prevista e a contribuição desejada, que indica que a estrutura, separada por custos do período, capital investido, resultado desejado e etc., que se espera para o período planejado, é incompatível com o mix de produtos, aos preços e custos planejados, ou seja, isso ocorre quando o agregado das margens de contribuição é diferente da contribuição necessária (maior ou menor).