quinta-feira, 1 de setembro de 2016

As instituições financeiras

Atualmente as instituições financeiras atuam num mercado disputado por outras entidades que comercializam capitais, trazendo para o mercado financeiro uma competitividade maior a qual anteriormente era disputada somente entre as instituições financeiras. A avaliação de resultado e desempenho dessas empresas é primordial para a sobrevivência neste mercado.

Em geral, os gestores adotam sistemas “gerenciais” com o objetivo de soluções rápidas, para casos isolados de um setor ou grupo de setores de uma empresa. No entanto, visando à sobrevivência da instituição, os sistemas necessitam de uma administração capaz de projetá-la a médios e longos prazos.
Tomando como exemplo uma instituição financeira que atua regionalmente, onde possuem três agências, administradas por gestores e vinculadas a uma administração central.
No modelo tradicional de gestão os recursos e os custos são alocados por absorção, ou seja, os resultados e as margens são destacados separadamente do resultado global da instituição.
Desta maneira, os resultados de cada unidade ficam influenciados pelo seu próprio desequilíbrio e desempenho nas captações e aplicações. Isso não demonstra a contribuição efetiva de suas operações financeiras tanto para os resultados da unidade quanto para os resultados do banco em sua totalidade.
Desta maneira tradicional de administração, o rateio de despesas fixas, com a falsa ideia que é possível gerenciá-las é totalmente equivocada, ao se transferir as despesas de uma unidade para outras que não detêm o controle sobre as mesas, perde-se a condição de planejamento e controle dos recursos que representam e nem tão pouco é possível a avaliação de desempenho tanto das unidades que transferem quanto das que recebem essas despesas.
No modelo de administração sob o conceito GECON, a visão está focada no resultado econômico, tomando como base o método de custeio direto e de um sistema de acumulação, onde é possível verificar os recursos e as despesas apenas que são por elas responsáveis, de acordo com o critério da controlabilidade.

No modelo GECON, o resultado gerado por unidade pode ser medido com a sua margem de contribuição para a medição do resultado econômico da corporação, e sua contribuição na cobertura dos custos estruturais que normalmente são fixos.